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(Gorjeta (dinheiro com que se gratifica um pequeno serviço, além do preço estipulado) é o diminutivo de gorja, que significa garganta. A explicação vem do hábito de oferecer a alguém uma pequena moeda, para “beber um gole” ou “molhar a garganta”. O verbo gorjear (gargantear, soltar sons agradáveis) e o substantivo gorjeio (o chilrear das crianças ou dos pássaros) vem igualmente de “gorja”)

- Gorjeta é um dinheiro que se paga separadamente ao serviçal por um serviço bem feito. De um garçom até porteiro de hotel, não importa, qualquer um pode receber o agrado. Mostrou atenção, é recompensado. Por isso, há duas modalidades de gorjetas: as espontâneas e as compulsórias. Diz o Wickpédia: “As gorjetas espontâneas são aquelas dadas diretamente pelos clientes aos empregados, normalmente como reconhecimento dos bons serviços que lhes foram prestados, sendo que o empregador não tem nenhum controle sobre tais valores, uma vez que os mesmos não são computados ao final do dia na caixa da empresa. Já as compulsórias são as importâncias cobradas dos clientes como adicional nas notas de despesas, sendo que o empregador fica com a obrigação de guardar e repartir os valores a cada empregado. A divisão dos valores recebidos será de acordo com as regras fixadas e estipuladas, em contrato de trabalho, regulamento interno da empresa”.
- Uma gorjeta, ou gratificação, é uma pequena quantia em dinheiro dada voluntariamente em sinal de agradecimento por um serviço prestado. Segundo o Dicionário Webster (em inglês), muitos consideram a palavra "gorjeta" (“tip”, em inglês), um acrônimo: T.I.P. - "para garantir presteza" ou "para garantir serviço rápido". Dizem que o acrônimo teve origem nas cafeterias do século XVII, na Inglaterra. Há controversas, porque alguns dizem que os acrônimos apenas começaram a ser usados em 1920.
- O hábito de oferecer gorjeta é usualmente praticado por qualquer um, principalmente quando alguém quer ser prontamente atendido. Já o recebedor, por sua vez, espera que seu grande feito se reverta em uma boa bonificação. Mas, nem sempre. Eu mesmo, ao chegar em um hotel em Paris, fiquei sem trocados para agradecer o serviçal após ter conduzido minha mala até o meu quarto. Resultado: o “interesseiro” não mais olhou na minha cara durante minha estadia no hotel. É importante entender que gorjeta é diferente de esmola, uma vez que a gorjeta é dada em função de um serviço bem prestado ou da satisfação do cliente.

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- A prática da gorjeta varia muito. No Brasil, por exemplo, ela não é obrigatória, embora seja esperada. Entretanto, nos Estados Unidos e na França, ela é uma espécie de instituição obrigatória, chegando ao acúmulo do absurdo transformar-se em um ato de grosseira, caso não seja dada nos restaurantes. Para nós brasileiros, não acostumados a “presentear”, bom mesmo é viajar para o Japão, onde oferecer dinheiro a garçons ou taxistas é um ato de ofensa. Veja, a seguir, como se comportar em situações diversas e evitar a tão falada “saia justa” em ambientes públicos:
1)- Restaurante: Quem merece ganhar são os garçons. Normalmente, não passa de 10% do valor da conta total. A estratégia é a mesma adotada tanto no Brasil quanto no exterior.
2)- Hotel: Quem merece são os carregadores de malas e camareiras. No exterior, os funcionários de hotéis consideram uma obrigação dos hóspedes dar gorjeta. No Brasil, a mania também já está bem difundida. O valor vai depender dos bons olhos do benfeitor: em hotéis médios, 12 reais (aproximadamente 3 dólares) e, nos luxuosos, entre 20 a 30 reais (5 a 7 dólares), tanto para carregadores quanto para camareiras. Já para o concièrge, que tem a obrigação de saber tudo quanto é tipo de informação sobre a cidade que habita, vai depender do seu conhecimento e da sua boa vontade, mas pode começar a desembolsar 20 reais (5 dólares) e aumentar proporcionalmente na medida em que o atendente vai resolvendo qualquer imprevisto.
3)- Táxi: Bonificar o condutor vai depender muito da simpatia de cada um. Como todo motorista no mundo inteiro costuma levar a fama de querer sempre lesar o passageiro, a melhor postura é não dar muita chance para precedentes. Geralmente, na hora de pagar, é politicamente conveniente arredondar com alguns centavos a mais o valor da corrida. É certeza que será bem atendido da próxima vez, se houver. Nos Estados Unidos, os taxistas exigem entre 15 e 20 % do valor da corrida. Um ato obrigatório.

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